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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Artigo: Partido dos Trabalhadores: De quais trabalhadores estamos falando?, por João Felício


Independente de estarmos no poder ou não, o PT permanece um partido que organiza, forma e estimula a atuação política de homens e mulheres

Por João Felício

O quarto Congresso do Partido dos Trabalhadores, realizado entre os dias 2 e 4 de setembro de 2011, em Brasília, foi mais um dentre vários exemplos, da unidade, da grandiosidade e da força do nosso partido. Representou, ainda, um marco no aprofundamento da nossa democracia interna e na determinação de que as direções partidárias reflitam a pluralidade da nossa base. As deliberações no sentido de que as direções, a partir de 2014, tenham paridade entre homens e mulheres, contemplem uma cota mínima de 20% de jovens e 20% de negros só poderiam existir no PT. Maior rigor na cobrança das contribuições financeiras, a partir da compreensão que autonomia política implica na necessidade de autossustentação e a obrigatoriedade de que o(a) filiado(a) participe de atividades de formação foram decisões acertadas que vão no sentido de criar condições para que todo filiado se torne, também, um militante comprometido, atuante e participativo.
O fato de representarmos o que existe de mais moderno e politizado no conjunto de agremiações partidárias no país, entretanto, não pode nos levar a um acomodamento ou a uma limitação da nossa ousadia, devido à comparação com os demais. Poderíamos ter avançado mais ainda, em especial no que diz respeito ao papel e ao espaço político dos setoriais no interior do nosso partido. Nos debates realizados com a base partidária, em especial a que atua no movimento sindical, tenho percebido que parte considerável compreende que seria necessário existir, nas instâncias da direção partidária, maior equilíbrio entre os militantes com atuação institucional e os que atuam em movimentos sociais, intelectuais e outros segmentos da sociedade. Leia aqui o restante do artigo.

João Antônio Felício é secretário Sindical Nacional do PT e secretário de Relações Internacionais da CUT

domingo, 4 de setembro de 2011

7 de setembro será marcado pelo Grito dos Excluídos



A concentração será às 09h30, na Praça Osvaldo Cruz, na Avenida Paulista. A passeata segue pela Avenida Brigadeiro Luiz Antonio até o Parque Ibirapuera (Monumento das Bandeiras)

Por Central de Movimentos Populares

A Central de Movimentos Populares (CMP-SP), em conjunto com outras entidades, mobiliza a população para o Grito dos Excluídos, no dia 07 de setembro de 2011.

A concentração será às 09h30, na Praça Osvaldo Cruz, na Avenida Paulista. A passeata segue pela Avenida Brigadeiro Luiz Antonio até o Parque Ibirapuera (Monumento das Bandeiras).

Vamos à Luta!
Contra a Exclusão Social, Contra a Criminalização dos Movimentos Sociais, pelos Direitos Sociais, em Defesa das Políticas Públicas com Participação Popular, Pela Redução da Jornada de Trabalho sem Redução de Salário, Contra a Precarização do Trabalho.

Organização: CMP, CUT, SINDSEP, União dos Movimentos de Moradia, Frente de Luta por Moradia, Marcha Mundial de Mulheres, Movimento Nacional de Luta por Moradia. Leia mais.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Bancada do PT debate redução da jornada na quinta-feira com a CUT

Grupo de trabalho foi criado para promover o diálogo com as centrais sindicais

Site Liderança do PT/Câmara


A bancada do PT na Câmara dos Deputados, liderada pelo deputado Paulo Teixeira (PT-SP), receberá o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Arthur Henrique, e outros integrantes da direção da entidade nesta quinta-feira (25).
A reunião ocorrerá a partir das 9h, no plenário 5 da Câmara, e terá como pauta principal a proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução do salário.
Um grupo de trabalho foi criado recentemente pela bancada petista para promover o diálogo com as centrais sindicais acerca da redução da jornada. O deputado Vicentinho (PT-SP) é o coordenador do GT. “A vinda da CUT e das demais centrais sindicais é uma simbiose necessária. A bancada do PT possui um profundo respeito por estas entidades e esperamos contar com toda a força do movimento sindical brasileiro para que consigamos aprovar a redução da jornada de trabalho, entre outras questões fundamentais que desejamos tratar ainda este ano”, declarou Vicentinho. Leia mais.