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domingo, 18 de setembro de 2011

Obra de Padilha e Jatene reafirma a universalidade do SUS


Lançamento do livro “40 anos de medicina. O que mudou?” reúne
diferentes segmentos e colorações partidárias e mostra semelhanças na trajetória de dois ícones da Saúde no país

Por Cecilia Mantovan e Aline Nascimento - Portal Linha Direta

Numa noite que reuniu a senadora Marta Suplicy, o presidente da Fiesp, Paulo Skaff, gestores/as, vereadores/as, personalidades respeitadas da área da saúde, estudantes, admiradores, familiares e amigos dos mais distintos segmentos e colorações partidárias, o lançamento do livro “40 anos de medicina. O que mudou?”, assinado por Adib Jatene e Alexandre Padilha, reafirmou a universalidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

“Os dois aprenderam muito com o SUS”, garantiu Padilha, na sessão de autógrafos, realizada na noite de quinta-feira (15), na Fnac Paulista. Segundo o ministro da Saúde do governo Dilma, o professor Adib Jatene mudou a sua forma de pensar a medicina, a saúde, com a construção do SUS. “É um momento de não apenas contar as duas vidas, mas reafirmar um compromisso para que todo o povo brasileiro tenha um SUS de qualidade”, salientou.

Experiente médico cardiologista, cientista e ex-ministro, aos 82 anos, o professor Adib Jatene demostrou que energia e vontade de aprender não lhe faltam. “Fiquei muito satisfeito, porque já fiz muita coisa, certa, errada, mas tenho um apreço muito grande pelo ministro Padilha. Embora não o conhecesse, conheço todos os secretários que ele colocou no Ministério, e todos são pessoas comprometidas com o SUS, são militantes, que não têm interesses menores. Ora, se ele escolheu essas pessoas eu tenho que acreditar nele”, justificou. Leia mais.

domingo, 28 de agosto de 2011

Ministério da Justiça quer assegurar liberdade de expressão na internet

“É claro que, ao se estabelecer regras, você estabelece os limites. Você ataca as eventuais transgressões e os eventuais abusos”, diz o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça).

(Portal do PT)


Em entrevista coletiva o ministro da justiça, José Eduardo Cardozo falou sobre os estudos que estão sendo feitos a respeito da proposta de criação de um banco de DNA de condenados pela Justiça. Cardozo também falou sobre o Marco Regulatório da Internet e a “Comissão da Verdade”.

Delitos na internet
Sobre o projeto que propõe a regulação da internet, o ministro disse que é fundamental que o país tenha uma regulação civil sobre o seu uso. “Nós temos que assegurar a liberdade de expressão, nós temos que assegurar a isonomia dos usuários. Nós temos uma série de princípios que nós temos que atender. E isso só se faz com normatização, com regras legais. É claro que, ao se estabelecer regras, você estabelece os limites. Você ataca as eventuais transgressões e os eventuais abusos. Esse é o objetivo desse projeto de lei que trata do marco civil da internet. Regular essas relações, discipliná-las, e garantir princípios”, disse.
Cardozo abordou também a questão da tipificação dos delitos realizados através da rede de computadores. “Uma outra discussão que nós teremos e que é casada com essa é a discussão da tipificação de certos delitos, que hoje não estão tipificados e que qualifica abusos na prática da internet. Essa é uma situação que vem a seguir. Primeiro vamos discutir quais são essas relações no plano civil, vamos estabelecer os direitos, as garantias, os limites. Garantias de liberdade de expressão, garantir as situações que deem segurança ao usuário da internet. E depois vamos discutir, mais tarde, em outro projeto de lei, as tipificações criminais”. Leia mais.